Movimente-se a favor da inclusão social

Ajude o Saúde Criança a melhorar as condições de vida de quem precisa

Trabalhamos há 26 anos, para promover a transformação social de famílias que vivem abaixo da linha da pobreza, por meio de metodologia multidisciplinar própria.

Como sua compra irá nos ajudar

Comprando uma camiseta assinada pelo renomado grafiteiro TOZ, no valor de R$49,90 você nos ajuda a garantir leite especial para uma criança por um mês e meio.

Com a venda de duas camisetas, conseguimos garantir a alimentação de uma família durante um mês ou nos ajuda a comprar um filtro de água para fornecer água potável a quem precisa.

O valor de três camisetas cobre o custo da medicação que oferecemos a uma família por 30 dias.

Seis camisetas vendidas, nos permite oferecer um curso profissionalizante para um componente da família, o que melhora a renda familiar.

30

Para comprarmos materiais necessários para melhorar a salubridade de uma casa, precisamos vender 30 camisetas. Sua contribuição é fundamental para manter nossa engrenagem em movimento! Associação Saúde Criança, trilhando o bem há 26 anos.

Quem Somos

Há 26 anos, a Associação Saúde Criança promove transformação social de famílias, que vivem em pobreza extrema, por meio de metodologia multidisciplinar inovadora.

Além do atendimento direto às famílias, o Saúde Criança dissemina esse conhecimento e prática para instituições públicas e privadas e estimula a mobilização social.

A Associação Saúde Criança foi eleita a ONG mais influente da América Latina e 19ª do mundo, segundo o ranking feito pela NGO Advisor que considera três critérios essenciais: impacto, inovação e sustentabilidade.

Nosso Trabalho

Como a pobreza e a miséria são multidimensionais, o Saúde Criança trabalha de forma multidisciplinar e integrada em cinco áreas: saúde, moradia, cidadania, renda e educação.

O trabalho se baseia no Plano de Ação Familiar (PAF), conjunto de ações com metas e prazos de execução. O PAF é elaborado, em parceira com a família, por uma equipe formada por assistentes

sociais, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras e advogados, entre outros.

Cada família é atendida, individualmente, a partir das suas necessidades e potencialidades, durante um período de aproximadamente dois anos, para que possa adquirir autonomia e dignidade.

História

A Associação Saúde Criança (ASC) foi fundada em 1991 pela Dra. Vera Cordeiro, médica e clínica geral, com especialização em Psicossomática, que trabalhou por 20 anos no Hospital da Lagoa.

Ao atender os pacientes na pediatria do hospital, Dra. Vera percebeu que o ato médico não se completava. Conseguia tratar a doença, mas as crianças voltavam para casas insalubres, com pais muitas vezes desempregados, sem condições de dar os cuidados adequados após a alta hospitalar. Estava diante de um círculo vicioso: miséria, internação, alta, reinternação e muitas vezes morte.

A frustração diária a levou a criar um movimento dentro do hospital e junto à sociedade civil para fundar, em 25 de outubro de 1991, a Associação Saúde Criança que aborda a real causa de muitas das doenças tratadas em hospitais públicos: a miséria.

Ouvindo famílias que viviam em situação de extrema vulnerabilidade com crianças internadas, criou junto com voluntários, profissionais de saúde e instituições nacionais e internacionais, ao longo dos anos, uma metodologia social, pioneira e revolucionária.

TOZ

Tomaz Viana, mais conhecido como Toz, nasceu em Salvador, em 1976.

Formado em design, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Seu trabalho, formalizado basicamente a partir da pintura, é pensado em telas que retratam momentos diferentes de sua vida, escrevendo uma história inspirada no cotidiano. Transita entre materiais como tinta a óleo e spray, tanto nas ruas como nas galerias, tendo como principal temática a criação de personagens autobiográficos.

Encontrou no grafite, sua forma de expressão e salvação já que não se identificava com nenhuma profissão tradicional.

É engajado em projetos de cunho social com foco em crianças e adolescentes e acredita que o fato dele mesmo não ter se identificado com ídolos tradicionais, pode ser um fato comum a muitos jovens.